Diabetes mellitus

Informações Gerais
O diabetes mellitus é uma doença crônica decorrente de deficiência na produção ou na ação da insulina, um hormônio produzido pelo pâncreas com a finalidade de ajudar o organismo a usar os alimentos como fonte de energia.

No diabetes tipo 1, o pâncreas pára de fabricar insulina ou não a libera em quantidade suficiente. Já no diabetes tipo 2, esse hormônio não é utilizado adequadamente, ou seja, existe uma resistência à sua ação. Como resultado de tais processos, a glicose fica na circulação e deixa de levar energia para as células.

A elevação constante das taxas de glicose por muitos anos - a chamada hiperglicemia - pode provocar alterações importantes nos vasos sangüíneos e nos nervos de várias partes do corpo, sobretudo dos olhos, dos rins, dos membros inferiores e do coração.

Vale lembrar que o diabetes está entre as mais freqüentes doenças crônicas, a ponto de, só no Brasil, atingir mais de 7% da população.

Causas e Sintomas
Os sintomas podem ser ausentes ou muito discretos. No quadro típico, os diabéticos relatam sede exagerada e boca seca, aumento do volume urinário, cansaço excessivo, dores no corpo, perda de peso e fome acentuada, tendo ainda pouca resistência a infecções.

Há várias causas para o diabetes mellitus. No tipo 1, uma doença auto-imune lesa de forma irreversível as células pancreáticas responsáveis pela produção de insulina, denominadas células beta.

Já no tipo 2, a forma mais comum de diabetes representando cerca de 90% de todos os casos, o organismo passa a apresentar um mecanismo de resistência à ação da insulina, ocasionado principalmente pela obesidade e pelo sedentarismo. Nesta forma de diabetes, que acomete sobretudo os adultos após os 40 anos, existe um forte componente familiar (genético).

Exames e Diagnósticos
A dosagem de glicose no sangue, chamada de glicemia, é o exame mais empregado. Segundo a Associação Americana de Diabetes, o resultado é normal quando a taxa não passa de 99 mg/dL na dosagem feita em jejum. Acima de 125 mg/dL, desde que o valor seja encontrado em, pelo menos, dois exames, fica fechado o diagnóstico de diabetes mellitus.

Com valores entre 100 e 125 mg/dL, a pessoa é considerada portadora de glicemia de jejum inapropriada, ou pré-diabetes, requerendo investigações complementares, feitas após a ingestão de glicose por via oral, para a confirmação do quadro.

Neste teste, conhecido como teste oral de tolerância à glicose, a glicemia medida duas horas após a ingestão da glicose não deve ultrapassar 139 mg/dL. Níveis entre 140 e 199 mg/dL caracterizam intolerância à glicose, ou pré-diabetes, e valores iguais ou maiores que 200 mg/dL definem um quadro de diabetes.

Na presença de sintomas característicos, uma glicemia superior a 200 mg/dL, coletada a qualquer hora do dia, também é suficiente para diagnosticar a doença.

Tratamento e Prevenção
O objetivo do tratamento é controlar a glicemia. Para tanto, é fundamental manter o peso adequado, o que exige mudança no estilo de vida, particularmente com a adoção de uma dieta balanceada e com a realização de exercícios físicos regulares.

Nos casos de diabetes tipo 2, o médico pode prescrever medicamentos por via oral para baixar os níveis glicêmicos ou, se necessário, a suplementação de insulina. Já no diabetes tipo 1, o uso de insulina é mandatório.

Além das consultas médicas regulares, para o bom acompanhamento da doença faz-se necessário o controle periódico da glicemia, feito por testes laboratoriais e até por aparelhos de monitorização domiciliar da glicose.

A dosagem da hemoglobina glicada deve ser feita de duas a quatro vezes ao ano, pois reflete a média do controle glicêmico dos três meses anteriores. Este é considerado o principal exame de avaliação do controle do diabetes. Ainda, devem ser feitos exames para o rastreamento de complicações crônicas do diabetes, que podem acometer os rins, os olhos, o coração, os nervos periféricos e os pés.

Manter o peso normal e praticar atividade física regularmente podem evitar ou retardar boa parte dos casos de diabetes tipo 2. No caso de diabetes tipo 1 ainda não dispomos de formas eficazes para evitar a doença.



Fonte: Assessoria Médica Fleury.
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